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O mundo dos negócios é constituído por uma linguagem muito própria onde as siglas, os estrangeirismos (especialmente os de origem anglo-saxónica) e mesmo termos comuns do dia a dia têm um significado completamente diferente. Aqui deixamos alguns dos termos que poderá encontrar na linguagem corrente do mundo dos negócios.
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Absorção
Termo utilizado quando na fusão entre duas empresa, uma delas é adquirida pela outra, desaparecendo. A empresa absorvida é a empresa que desaparece (jurídica e economicamente).
Activo
Recursos (materiais e imateriais) de uma organização que podem ser adquiridos através de financiamento por capitais próprios ou capitais alheios. Em termos de balanço, o activo encontra-se representado do lado esquerdo e o seu valor é igual à soma do passivo (capitais alheios) e da situação líquida (capitais próprios).
Alavancagem
Termo que traduz a variações sobre a rendibilidade dos capitais próprios de uma empresa em função de uma composição distinta da relação capitais próprios Vs. capitais alheios. Um grau de endividamento elevado (recurso a capitais alheios para financiamento do activo das organizações não é necessariamente pior). Uma empresa deve procurar a relação óptima entre a estrutura de capitais.
Análise SWOT
Instrumento de gestão, utilizado frequentemente em planos estratégicos, que consiste em fazer uma “radiografia” interna e externa à organização, e projectar a informação obtida em termos de forças (S – Strengths), fraquezas (W – Weaknesses), Oportunidades (O – Opportunities) e Ameaças (T – Threats). As duas primeiras são de origem interna e as duas últimas de origem externa (comuns a todas as empresas que operam num dado mercado).
Autofinanciamento
Financiamento de futuros investimentos (activos) com recurso a capitais gerados pela própria empresa no decurso da sua actividade, ou seja, através do somatório dos resultados líquidos obtidos. O autofinanciamento evita incrementos de capital por parte dos detentores de capital para financiar novos investimentos e o recurso a capitais alheios (empréstimos bancários, suprimentos dos detentores de capital,…). Obviamente que, com o recurso ao autofinanciamento para fomento ao investimento, a distribuição de lucros aos detentores de capital é mais reduzida (pelo menos a curto prazo).
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